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setembro 18, 2005
Flores despercebidas quase...
De importância nenhuma por ali esvoaçam aparentes
Flores pequenas despercebidas
Mimando a existência anónima normal
Em cor
De uma garridice de étimo divino
Exibem casualmente o seu ser
Numa indolência balouçante
Assumindo o seu ser estar
Por ali
E assim permaneceriam
Se alguém diferente não passasse
E impusesse que o seu despercebido existir
Exigia
Apesar de tudo um quase…assim
Chamaste-lhes
Flores
Despercebidas
Quase…
Publicado por morfeu às setembro 18, 2005 10:15 PM
Comentários
Bonito.
As flores e o poema.
Publicado por: Joao Norte em setembro 19, 2005 08:36 AM
como gosto destes teus poemas.
um abraço amigo Morfeu
* já rebaixei a Transalp....
Publicado por: Luna em setembro 20, 2005 11:55 PM
