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novembro 21, 2007
As folhas brilham em nostalgia de Outono moribundo
Subtil o tempo insinua-se
Nos riscos inclinados da água
Chuva em seu momento preciso
Então
Todos os seres se aquietam
Aninham compassivos
Em tremendo êxtase
Deixando-se afagar pela Necessidade
As linhas líquidas percorridas
São o Império do Mundo
Esse momento agora é
O da chuva cair
Qual intempestivo orgasmo
…espreita além outra insinuação
Do tempo
Réstia de azul com manto de nuvem…
As folhas brilham em nostalgia de Outono moribundo
Publicado por morfeu às novembro 21, 2007 11:01 PM
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Comentários
Verdade. Fazia falta a chuva para restabelecer, com dignidade, o brilho das folhas...
Há observações e constatações de verdade que só os olhos de um poeta sabem ver para, depois, se divulgar a novidade.
Um abraço.
Publicado por: OrCa em novembro 25, 2007 11:52 PM