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abril 18, 2008
Também aí está fábrica de poesia...

De muito de manhã cedo de ar e luz
Olho para fora de mim pela minha janela
E busco nas coisas simples que pairam por aí
Em tempo e espaço dançarinos
O halo inspirador
Digo poesia do verde de uma sebe e do jasmim
Digo do cinzento do dia e da chuva persistente
De fora de mim vem todo um mundo de poesia
Se me virar entretanto de costas para mim
Fico desse outro lado que sinto e sinto então
Pela janela de mim
O mundo outro que sou eu
Tento olhar-me e sentir-me
Também aí está fábrica de poesia
Muita diversa colorida ou não
Fora dentro fora
Afinal apenas uma janela entreaberta
Por onde vai e vem
Uma qualquer alma alimentada
De anonimato
…instáveis estas janelas de mim
Publicado por morfeu às abril 18, 2008 04:39 PM
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Comentários
Gostei de espreitar nesta janela de ti e de ler a tua poesia ...
Olá! É verdade, hoje tirei um bocadinho para vir espreitar os blogues amigos e deleitar-me com o que neles vou encontrando.
Um beijo Pink e bon fim de semana!
Publicado por: Pink em abril 19, 2008 06:21 PM
bem bonita esta vista de fora.
Publicado por: João Norte em abril 20, 2008 05:02 PM