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abril 18, 2009
Pensar a morte, na reflexão de A. Borges
Mas nada impede que dentro de cinquenta ou cem anos (porque não dentro de cinco?) volte essa neurose ou psicose de angústia da morte, de tipo metafísico, com a pergunta radical: para quê o esforço da nossa existência, se morremos completamente, vamos para a cova e, em última instância, não nos resta nada?
Publicado por morfeu às abril 18, 2009 11:57 AM
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