agosto 16, 2009
Viajar
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março 15, 2009
Fotos do Mundo em 2008
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fevereiro 25, 2009
Beleza e ancestralidade: Tribo de Omo.
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outubro 14, 2008
Lisboa: um guia original...
Publicado por morfeu às 11:17 AM | Comentários (0) | TrackBack
julho 31, 2008
...o que de belo por acaso se encontra...tocante.
...por aqui ao acaso do tempo
dos tempos que dividem o deambular em dia cinzento
sonho o Outro o Além em testemunho de voz
de céu ares cores e coisas várias
por acaso encontro neste viajar fortuito
ah a cidade o tempo os seres e as coisas
a brisa da História fazendo-se música em túnel
de cordas de onde o som brota
a voz
a mulher
o sentir
...por aqui por acaso deixo
como pegada em areia molhada
deixo...
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janeiro 03, 2008
Foto-galeria 2007...sugiro.
Recolhido in: Jornal Público.
Publicado por morfeu às 11:45 AM | Comentários (6) | TrackBack
novembro 11, 2007
Quem cala consente...sugiro.
Descubra porque não se deve calar e consentir
Publicado por morfeu às 08:38 PM | Comentários (2) | TrackBack
outubro 15, 2007
Abençoados os que ousam
sonhar com coisas concretas e dos sonhos fazerem vida verdadeira e solidária
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outubro 08, 2007
Que frescura de voz...Nancy Vieira.
... não me canso de me emocionar com os sons de Cabo-Verde. Música assim revela a alma e desdenha a miséria...para quando uma ida bem ida a Cabo-Verde?
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Nancy universal
Foi um acaso que a fez nascer em Bissau, a 1 de Fevereiro de 1975, apesar de ser filha de cabo-verdianos. "Os meus pais faziam parte do movimento de libertação, o PAIGC, e estavam lá a preparar a independência, que se deu em Julho."
Mas Nancy Vieira não demorou muito por ali. Com apenas quatro meses rumaria a Cabo Verde. Olhando para trás, além de Bissau (de que nem sequer se apercebeu), passou dez anos na Cidade da Praia, quatro no Mindelo e já quase 18 em Lisboa, onde cresceu para a música. "Em Cabo Verde, e em especial na ilha do meu pai, a Boavista, a maioria dos rapazes aprendia muito cedo a tocar um instrumento. Ele aprendeu a tocar guitarra, violino, cavaquinho, mais tarde piano. Os meus tios e tias também tocam. E eu ganhei esse gosto pela música, também muito cedo, mas sem nunca ter pensado seguir essa via."
Veio para Lisboa aos 14 anos, em 1989. "Eu já tinha estado em Lisboa, de férias, com 10 anos. Naquela altura, para qualquer criança em Cabo Verde vir de férias para Lisboa era uma coisa do outro mundo. Gostei muito. Fui a Fátima, ao Cristo Rei, a Belém... Para viver já foi diferente. Não tive problemas nenhuns de adaptação, porque vim com a família: o meu pai, a minha mãe, até as pessoas que moravam connosco vieram."
Fez amigos entre os filhos de outros cabo-verdianos, foi bem recebida nas escolas (era boa aluna): Rainha D. Amélia (do 10º ao 12º anos), ISCTE (três anos, Gestão). Depois licenciou-se em Sociologia e começou a trabalhar em publicidade e estudos de mercado. "Mas por pouco tempo, porque entretanto a música entrepôs-se." Começou, aliás, logo no ISCTE. "Tinha amigos que eram músicos amadores e tinham uma pequena banda. Eu de vez em quando assistia aos ensaios." O vocalista inscreveu-se num concurso de descoberta de novos valores e, um dia, convidou-a a ir com ele. "Convidou-me para cantar e, embora com um bocadinho de insegurança e timidez, cantei com ele. A minha voz chamou a atenção dos organizadores e eles propuseram-me participar, logo nessa noite, numa das eliminatórias. Escolhi a morna "Lua nha testemunha" e ganhei." Não apenas nessa noite: ganhou também na final. E como prémio gravou um disco.
Uma voz e outras músicas
Foi o primeiro, "Nôs Raça", editado em 1995. Quando surgiu o convite para gravar o segundo, "Segred" (2004), ela já tinha deixado o emprego para levar a música mais a sério: "Abriu-me as portas. Comecei a fazer concertos meus, convites para fora..." Mas foi durante a gravação do primeiro que conheceu o futuro produtor do disco que agora lança, "Lus": Jorge Cervantes, nascido em Lima, no Peru, em 1973. Era ele o técnico de som quando Nancy entrou num estúdio pela primeira vez. "Tornámo-nos amigos, mas passámos uns anos sem nos vermos. Encontrei-o depois em 2005 e ele disse-me que tinha estado a misturar o disco [colectivo] "Ao Vivo no B.Leza", gostou de me ouvir e que a minha voz lhe tinha dado umas ideias." Pois as ideias estão aí, em "Lus".
"Vi nele, ao fim de muitas conversas, uma pessoa que me entendia muito bem, musicalmente." Quem ouvir o disco com atenção, há-de notar que Cabo Verde está lá, mas de braço dado com o Brasil ou com Cuba, numa procura de soluções e arranjos pouco usuais em trabalhos do género. "Isso foi consciente e intencional", diz Nancy. "Acho que não fui a primeira a fazer essa fusão, mas este disco é muito a minha cara: uma cabo-verdiana da cidade, que sempre ouviu música tocada da forma mais tradicional possível em casa, mas que também ouvia outras músicas: brasileira, da América Latina. Além disso, o meu pai era amante de música clássica e jazz e tive irmãos que estudaram em Cuba e traziam, nas férias, muita música cubana." Tudo isto a par de Portugal, claro, e dos contactos que a partir de Lisboa estabeleceu (participou, por exemplo, nos discos mais recentes de Rui Veloso e da Ala dos Namorados).
Convidados, em "Lus", há muitos, como compositores ou músicos. Teófilo Chantre, Jon Luz, Vadú ou Princezito contribuíram com canções. Tito Paris e as Batucadeiras Voz d"África tiveram participações especiais; Bino Branco, dos Ferro Gaita, ou Miroca Paris, que acompanha Cesária Évora, gravaram em curtas passagens por Lisboa, em duas oportunidades meteóricas; Sérgio Valdeos e Juan "Cotito" Medrano, músicos de Susana Baca, que Nancy conheceu num concerto dela, gravaram a sua parte no Peru; e o Quinteto Diapason, cubano, gravou para dois temas em Alicante, no Sul de Espanha.
"No tema que dá nome ao disco, "Lus", nota-se mais o lado peruano, quisemos misturar o batuco com o landó. Já "Esperança de mar azul", que cantei com Tito Paris, é... Brasil, que está muito presente em Cabo Verde, como se sabe. Já "Verdade d"amor" não deixa de ser uma morna, é cantada em crioulo, mas não tem cavaquinho e mostra uma universalidade que eu própria ganhei, como pessoa, com todas as minhas viagens."
Nuno Pacheco (público, 21 de Setembro)
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junho 14, 2007
New York, traços..
Publicado por morfeu às 07:30 PM | Comentários (0) | TrackBack
abril 15, 2007
New York ... rastos...
Duas colecções de postais merecedoras de destaque, principalmente a preto e branco. As minhas fotos pessoais que ainda estão em "tratamento" serão mais dia menos dias disponibilizadas, mais por referência e curiosidade para eventual viajante do que pela sua qualidade... o tempo foi um desastre para a fotografia e, pretendendo tirar fotos nocturnas a partir do Empire State Building, armei-me de um tripé que foi ingloriamente arrestado pela polícia como hipotética arma de destruição... enfim.



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